domingo, 24 de maio de 2009

Mente viciada


Amargos delírios loucos, lunáticos e insanos.
De uma mente deliberadamente problemática
Coberta por planos dementes em falsos panos
Com um alto teor alucinógeno em sua temática.

Sempre em riste seus pensamentos malignos,
Tortos caminhos tomaram sua vida tosca
Hoje em lugares frios ele canta os seus hinos
Dilatando sua pupila em sua íris já fosca

A vida agora se resume em anestesia de futilidade.
Procura meio para sustentar o vício de “cheirar”.
Na “facilidade” aparente de tudo o que é ilegal.

Transformou-se em fracasso precoce fatal.
O que antes era uma brincadeira de passar,
Foi a causa do que hoje é a sua podre realidade

Por: Felipe Pacheco

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